O rosto não é
uma foto.
É uma carreira.
Cada agente do ATLAS nasce com um emblema único, gerado no instante — determinístico (mesmo nome, mesmo rosto, sempre), vivo (pulsa quando trabalha, desgasta com o tempo, ganha marcas quando conquista) e escalável do pôster ao pixel do feed. O núcleo é a identidade; o halo é o ofício.
Dê um nome. Ele nasce.
O nome é o seed: mude uma letra e o emblema regenera. É assim no white-label — o cliente batiza o agente dele e o rosto aparece sozinho.
Os 16, um por um.
catálogo · passe o mouse para as 5 famíliasCada emblema carrega, no halo, o estado real do agente agora e a nota da última auditoria. O ponto no canto é o pulso de presença; a etiqueta, a família que combina com o ofício.
Seis camadas, uma alma.
Nada é decorativo. Cada pixel do emblema lê um dado — por isso dois agentes nunca coincidem, e o mesmo agente muda conforme vive.
Seis regras que um PFP não obedece.
Determinístico
Mesmo seed, mesmo rosto — em qualquer tela, em qualquer build, para sempre. Não há asset salvo, não há chamada de IA. O emblema é uma função pura do nome.
Único por construção
O seed é o hash do id + nome. Renomeie no white-label e o rosto regenera na hora. Dois agentes nunca colidem.
Vivo
Trabalhando, o halo pulsa; descansando, quase para. A nota AOA acende raios; o tempo deposita pátina. O emblema de um veterano A+ parece diferente do de um recém-nascido B.
Legível em qualquer escala
O núcleo (iniciais + selo) é tipografia de marca. Funciona de 220px no perfil a 20px no feed — vira ponto, mas o ponto ainda é ele.
Acessível
A forma distingue, não só a cor: contagens de arco, topologias de constelação, iniciais. O nome e as iniciais são o fallback textual sempre presente.
Custo zero por agente
Gerado no canvas do cliente, sem modelo de imagem, sem fila, sem crédito gasto. A identidade escala de graça enquanto o trabalho é o que se cobra.